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Com a Reforma da Previdência o governo Bolsonaro tenta retirar de quem quase nada tem

O governo Bolsonaro, juntamente com os banqueiros e o capital estrangeiro querem acabar com o nosso direito a ter uma aposentadoria decente e que nos garanta ter uma velhice digna.
Estes ataques são orquestrados junto com o Mercado de Capital que será o maior beneficiado caso a Reforma Previdenciária seja aprovada.
Querem jogar na conta dos trabalhadores e trabalhadoras o ônus dos empresários que continuamente dão calote nas contas da Previdência.
Tentam a todo custo e contando com a ajuda da imprensa convencer os trabalhadores de que a reforma é necessária para destravar a economia brasileira. Já vivemos este cenário no governo FHC e o que ficou foi uma situação de piora das condições de vida da população.

 

Piora nas condições de trabalho após a Reforma Trabalhista

Desde a aprovação da Reforma Trabalhista durante o governo Temer que o cenário no mercado de trabalho do Brasil se deteriorou e as demissões só aumentaram.
Entre desempregados e desalentados já estamos próximos de 30 milhões de pessoas e mesmo os trabalhadores informais já enfrentam dificuldades pois a cada dia mais pessoas tentam sobreviver na informalidade o que aumenta a concorrência. Não bastasse todo este cenário o governo Bolsonaro não tem uma política definida para criar novos postos de trabalho, ao invés disso usa de um discurso onde tenta enganar a população ao colocar a Reforma da Previdência como única solução para todos os problemas do País.

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No dia 30 de maio foram organizadas manifestações em todo o país contra o governo Bolsonaro. Os atos foram uma repetição do dia 15 de maio, com o foco central contra o corte nas verbas para universidades e instituições federais de ensino e a reforma da Previdência. 

Em São Paulo, a concentração dessa vez aconteceu no Largo da Batata, em Pinheiros, na Zona este de São Paulo. Assim como em todas as cidades do Brasil, os atos foram convocados pelas redes sociais.

Os manifestantes bloquearam o trânsito na Avenida Faria Lima sentido Rebouças e fecharam a rua Teodoro Sampaio. Durante o ato, a população abriu uma faixa com a frase “O Brasil e une pela educação”.

Às 15h, ainda no Largo da Batata, a Faculdade de Educação da USP e da PUC organizou uma aula aberta para discutir o papel da universidade pública e da importância da pesquisa, realizada por Bia Lopes, da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG).

A diretoria do SINTECTCAS participou das manifestações e convoca todos os trabalhadores a se juntar nessa luta pelos nossos direitos

Quem ganha com essas "reformas?"

09/06/2019

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