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A privatização já é uma realidade

A luta dos trabalhadores e trabalhadoras dos Correios contra a privatização é antiga. Iniciou ainda no governo FHC e passou a fazer parte constante das lutas da categoria. Todos os governos que sucederam FHC sempre tentaram de alguma maneira privatizar se não total, ao menos partes da ECT. Com a aprovação da MP 532 no governo Dilma Rousseff o caminho ficou pronto para que qualquer governo que a sucedesse pusesse em prática o Projeto de Privatização. E agora o governo Bolsonaro deixa claro através do seu discurso a decisão de privatização da empresa.

O presidente da empresa, general Juarez Cunha, no entanto, diz se opor à venda dos Correios, defendendo seu caráter público. Ao mesmo tempo sua gestão atua para além de fechar unidades e promover planos de desligamento voluntário, substituir carteiros motorizados por contratos terceirizados aos moldes da uberização, unidades dos Correios por postos dentro de comércios privados e terminais de autoatendimento nas agências.

O que restará, portanto, de patrimônio público?  Se o único critério é o lucro, qual o custo dessa “modernização” e quem pagará por ela? O povo brasileiros e os trabalhadores dos Correios?

As medidas tomadas até aqui demonstram a falta de responsabilidade e o autoritarismo da atual gestão. Para além da falta de diálogo com a categoria, ainda querem impor um cenário de condições piores e aprofundamento do desemprego. A FENTECT repudia a privatização velada vendida como solução para problemas criados pelos próprios gestores. Os trabalhadores dos Correios não podem arcar com mais esta conta e por isso é preciso mobilizar e construir uma campanha salarial forte que priorize a luta contra a privatização e os ataques aos direitos históricos já conquistados. Nesse sentido a Federação se soma a todos os brasileiros que estão enfrentando a Reforma da Previdência e os cortes na educação para lutar contra o desmonte do Estado e o avanço do neoliberalismo sobre a cidadania e a política no Brasil.

A ECT anunciou o fechamento de mais de 160 agências em todo o país em meio à discussão sobre a privatização da empresa, já defendida abertamente pelo ministro da Economia e o próprio Presidente da República. 

09/06/2019

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